Interessante notar que um dos textos mais visitados aqui até hoje foi sobre o filme “The Secret”, que fala da “Lei da Atração” (veja aqui). Muita gente parece estar interessada e usando, o que significa que há resultados práticos.
Um caso digno de registro que posso citar de imediato: pensávamos, aqui em casa, em ter um gato. Começamos a estudar o assunto, a conversar com amigos que tinham gato(s). Pesquisamos na internet. Compramos um livrinho que até hoje dá boas dicas.
Assim que decidimos ter o gato ocorreu o seguinte: um dos moradores da casa (o que teve a idéia de ter o gato desde o início), chegando por volta das 23h30, encontra um gatinho, aparentando cerca de 8 meses, na porta do prédio. Após estabelecimento da empatia inicial, uma breve avaliação, a decisão: o gato vai junto para casa.
Três meses depois, chegamos à conclusão que o ideal seria ter um outro gato, de preferência, na verdade, uma gata, para fazer companhia ao primeiro. Começamos a pensar melhor no assunto, sobre prós e contras, a estudar sobre o comportamento possível deles no encontro e no convívio. Decidiu-se pelo segundo gato(a) e houve até um comentário do tipo “acho que vai ser uma gatinha branca”.
No dia seguinte, após passagem em loja especializada para ver os gatinhos à disposição, a mesma pessoa – aquela que avistou o primeiro gato -, caminhando para casa, encontra uma senhora dizendo: “olha, deixaram ali uns gatinhos”. Quando se aproximou, havia uma gatinha branca, aparentando ter entre 3 e 4 meses. Obviamente, a gatinha branca foi levada para casa de imediato.
Essa parece ser, de modo bem claro, a tal Lei da Atração.
Agora, só é possível dizer aquela velha frase que ficou famosa num programa de televisão que rola até hoje por aí: “Acredite, se quiser!”.
Oi Daniel,
Gostei do exemplo prático. Em cima do lance…
Quando as pessoas vão entender que o pensamento concentrado possui capacidades que extrapolam as explicações oficiais? Quando vão aprender a confiar em si mesmas? Os milagres de hoje, que poucos compreendem, amanhã se revelarão meramente talento bem utilizado.
Me interessa muito estudar o pensamento, manifesto em símbolos culturais, palavras etc e tal, e a canalização de energia cósmica que isso pode promover.
Escrevi um post A Força das Palavras, onde menciono o trabalho do Prof. EMOTO, pesquisador japonês que fotografou os cristais de água sob a influência de diferentes padrões de pensamento (cena do filme Quem Somos Nós). Um show de imagens, para começarmos a entender de uma vez o que se passa nesse universo de micro-realidades.
Abc
Alexandre
É isso aí!!!!
Um exemplo da Lei da Atração em prática
Desde que eu escrevi sobre a Lei da Atração algum tempo atrás aqui no blog, eu tenho recebido emails de pessoas interessadas no assunto. A maioria me escreve em tom de curiosidade, interesse ou mesmo para partilhar experiências – e não em tom de c…
Acabei de mandar um trackback pra cá com um post que publiquei hoje sobre um exemplo prático da Lei da Atração. Legal ver outros exemplos, eu leio muitas experiências em inglês, mas nos blogs tupiniquins é raro encontrar. Manda um trackback pro meu post também, assim vamos interligando as histórias.
Abraços,
Patricia.
[...] ainda mais o assunto, o DANIEL publicou sua Lei da Atração – Exemplo Prático e, na mesma linha, a PATRÍCIA escreveu sobre Um exemplo da Lei da Atração em prática. Vai lá e [...]
Oi Daniel,
Criei meu http://www.riquezaeabundancia.blogspot.com pensando em relatar minhas experiências com a lei da atração e mostrar aspectos da dela para os leitores que passarem lá. Assumi um desafio, fazendo a visualização de 30 mil mensais. A coisa está andando. Os 30 ainda não fiz, mas o que aprendi nesse ultimo mês e meio sobre blogs e internet…fora os amigos virtuais e pessoas do bem que a gente encontra.
Passa lá e deixa um post sobre os gatos
abração
Cássio
Me engana que eu gosto
Tenho medo de ser preconceituoso. Isso mesmo, a palavra é “medo”. O preconceito nos torna injustos, cria resistências contra o novo, segrega e discrimina. Uma pessoa que acredita no desenvolvimento moral e intelectual do ser humano, deve abominar o preconceito. Por isso, eu me forço ao menos a conhecer o que me desagrada.
Não adoro pagodes nem música sertaneja, mas às vezes me pego ouvindo esse tipo de música e até cantarolando uma ou outra canção. Sim, de cada gênero musical, há o que se aproveite; assim como de cada estilo de qualquer coisa. Até a literatura de auto-ajuda eu me obrigo a conhecer. Ora, se milhões lêem determinado livro, certamente alguma coisa de interessante ele deve ter…
Pensando assim, forcei-me a ler The Secret (“O Segredo”), da australiana Rhonda Byrne. Tanto me falaram desse livro, tanto sucesso fez o seu DVD que, antes de criticar, resolvi conhecer.
Reconheci inúmeras razões para o sucesso de “O Segredo”, a maior delas é que diz exatamente o que queremos ouvir. Quem não quer ser imortal, rico, ter o parceiro, ou parceira, de sua vida ao seu lado, e tudo isso sem fazer força? Ora, é mamão com açúcar, como diria um velho amigo.
O livro trata os leitores como se estes nunca tivessem lido qualquer coisa antes, como se suas mentes fossem folhas de papel em branco, e o pior é que os leitores parecem realmente reagir como se não tivessem recebido nenhuma informação antes de conhecer o tal Segredo.
Ora, a força mental existe. Pode chamá-la também de poder de raciocínio, de abstração, de prever fatos. Sem ela, a espécie humana não teria prevalecido sobre as outras. Agora, impingir dons miraculosos a esta qualidade comum a todos os racionais, é forçar a barra, é apelar para o pouco alcance cultural da maioria das populações.
Pior: ligar a capacidade de ganhar dinheiro a uma pretensa superioridade de alguns poucos escolhidos, é brincar com a ética e os delicados problemas sociais que afligem o planeta. O livro de Rhonda Byrne diz que só 1% das pessoas detêm quase toda a fortuna do mundo, porque elas “sabem o segredo”. Será que incluiu traficantes, chefes do crime organizado e políticos corruptos nisso?
Um susto, uma revelação
Só depois de ler o livro e ver o filme é que tratei de tecer meus comentários a respeito. Não peço para que meus amigos deixem de vê-los, mas já vou prevenindo. Outro dia, entretanto, fiquei arrepiado quando vi minha filha com o tal “The Secret” embaixo do braço.
“Está lendo esse livro, filhinha”?, perguntei, tentando parecer calmo.
“Estou, e é bem legal. O cara está detonando”.
“Não é “o” cara, é “a” cara, uma australiana”.
“Não, papai, o dela é outro. Esse é o do Philip Hill, um professor americano, e está detonando o livro da Rhonda Byrne”.
Peguei o livro para ver melhor. A capa era parecida, mas era outro, sim. Pelo jeito o autor resolveu discutir cada detalhe do livro da australiana. Li a quarta capa e a introdução. Minha filha pediu de volta, pois ainda não tinha terminado a leitura.
Esperei dois dias e estou com ele agora nas mãos. Li em três horas, parando para analisar cada detalhe, checando algumas informações com os livros que tenho. Realmente, mesmo sem negar que a força do pensamento existe, o tal de Philip Hill, com muita classe e informações precisas como um bisturi, vai derrubando cada castelo de cartas construído pelo best seller internacional.
O livro se chama “Verdades e mentiras sobre a lei da atração”. É bonito, com capa dura, umas 160 páginas, baratinho. Mas o legal é que não brinca com a nossa inteligência. Pelo texto dá para perceber que o professor Hill deve ter ficado um pouco de saco cheio com o monte de exageros que encontrou nas páginas de The Secret. E deve ter ficado preocupado com o que esses exageros poderiam provocar nas pessoas, se é que já não estão provocando.
Fiquei feliz de saber que há gente como esse professor lutando para que cabeças como a da minha filha sejam poupadas da mediocridade geral. Entrei em contato com a editora que lançou o livro aqui no Brasil, mas fiquei sabendo que o professor Philip não quer papo. Quer se manter quase anônimo lá no seu condomínio perto de Los Angeles, com os filhos, os netos, sem entrar nessa corrida maluca pela fama e pelo dinheiro.
Entendi e respeitei sua privacidade, pois acho que faria a mesma coisa. Imagino que ele nem quisesse escrever livro algum, só escreveu esse, como professor que é, para tentar impedir que mentiras ganhem corpo e se espalhem pelos cinco continentes. Então, redigi esse artigo, que traduzirei para o inglês e colocarei também em sites e blogs dos Estados Unidos, apenas para que o sr. Philip Hill saiba que ao menos um pai no mundo ficou muitíssimo agradecido com o que teve coragem de escrever.
Carlos Virgilio Nepomuceno – São Paulo/SP