Interessante notar que um dos textos mais visitados aqui até hoje foi sobre o filme “The Secret”, que fala da “Lei da Atração” (veja aqui). Muita gente parece estar interessada e usando, o que significa que há resultados práticos.
Um caso digno de registro que posso citar de imediato: pensávamos, aqui em casa, em ter um gato. Começamos a estudar o assunto, a conversar com amigos que tinham gato(s). Pesquisamos na internet. Compramos um livrinho que até hoje dá boas dicas.
Assim que decidimos ter o gato ocorreu o seguinte: um dos moradores da casa (o que teve a idéia de ter o gato desde o início), chegando por volta das 23h30, encontra um gatinho, aparentando cerca de 8 meses, na porta do prédio. Após estabelecimento da empatia inicial, uma breve avaliação, a decisão: o gato vai junto para casa.
Três meses depois, chegamos à conclusão que o ideal seria ter um outro gato, de preferência, na verdade, uma gata, para fazer companhia ao primeiro. Começamos a pensar melhor no assunto, sobre prós e contras, a estudar sobre o comportamento possível deles no encontro e no convívio. Decidiu-se pelo segundo gato(a) e houve até um comentário do tipo “acho que vai ser uma gatinha branca”.
No dia seguinte, após passagem em loja especializada para ver os gatinhos à disposição, a mesma pessoa – aquela que avistou o primeiro gato -, caminhando para casa, encontra uma senhora dizendo: “olha, deixaram ali uns gatinhos”. Quando se aproximou, havia uma gatinha branca, aparentando ter entre 3 e 4 meses. Obviamente, a gatinha branca foi levada para casa de imediato.
Essa parece ser, de modo bem claro, a tal Lei da Atração.
Agora, só é possível dizer aquela velha frase que ficou famosa num programa de televisão que rola até hoje por aí: “Acredite, se quiser!”.
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