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Ilustre ação

Ganhei uma “ilustração caricatural” da amiga Sandra Caselato. Quem já viu cara e caricatura me contou que aprovou (e, obviamente, riu). Era esse o propósito. Tudo certo. :)

O melhor da história é que já tem gente pedindo pra ganhar uma também. Precinho camarada, né Sandra?

00776.jpgReli e “regostei” do livro “Prenda-me se for capaz” – livro ganho numa promoção do jornal carioca O Dia na época do lançamento do filme. Umas 4 ou 5 horas de leitura intensa para as 302 páginas trazem o relato do sujeito que, entre os 16 e 18 anos, se tornou um dos maiores pilantras estadunidenses (estendendo serviços a muitos outros países) atende o apetite de muitos tipos de leitores (não todos).

Quem quer aventura, encontra. Bom humor e tiradas inteligentes? Também tem. Ainda que mal empregadas, altas habilidades estão ali. No fim das contas, uma personalidade interessante para se estudar, ainda mais porque depois de tanta lambança, o sujeito ainda segue rumos novos e se torna um consultor de segurança. Comparando-se com a atualidade, seria um desses hackers que invadem o pentágono e depois se tornam agentes de segurança da Casa Branca.

00777.jpgO filme, apensar de bem feitinho é só um passatempo mediano perto do livro. Os detalhes escritos apresentam melhor o sujeito e, obviamente, o modo de pensar de um dos maiores profissionais da lorota e das falcatruas (além, é claro, das fugas ousadas). Criativo, cara de pau, sangue frio e bom de papo, Frank Abagnale Jr deve ser uma personaldiade interessante de se conhecer pessoalmente. A maioria daqueles que convivem com ele talvez nunca saibam ao certo se está sendo levada ou não “no bico”.

Big brother “in law”

Eu não imaginava que as cogitações já estivessem nesse “nível”. Infelizmente parece que estão.

Proposed legislation called a threat to Internet users’ privacy
By Victoria Shannon Published: February 14, 2007

PARIS: European governments are preparing legislation to force companies to keep detailed data about people’s Internet and phone use that goes beyond what the countries will be required to do under a European Union directive.

In Germany, a proposal from the Ministry of Justice would essentially prohibit using fake information to create an e-mail account, making the standard Internet practice of creating pseudonymous accounts illegal.

A draft law in the Netherlands would likewise go further than the EU requires, in this case by mandating phone companies to save records of exactly where someone is during an entire mobile phone conversation.

Não, este não é um blog só sobre a lei da atração. Sim, este é um blog que também registrou e deve registrar mais algo sobre a Lei da Atração. Aproveitando que estou falando disso, a Patrícia tem mais sobre a Lei da Atração: http://www.sinestesia.co.uk/blog/

O Mello tá soltando o verbo, agora na base da crítica-sintética. Pura inventividade bem direcionada. Ele lançou a série 10 motivos, ligadas ao ato de “blogar”. O o primeiro foi quente, para professores, mas o segundo da série foi bomba atômica pra matar formiga: 10 Motivos para Blogar – Jornalistas

Interessante notar que um dos textos mais visitados aqui até hoje foi sobre o filme “The Secret”, que fala da “Lei da Atração” (veja aqui). Muita gente parece estar interessada e usando, o que significa que há resultados práticos.

Um caso digno de registro que posso citar de imediato: pensávamos, aqui em casa, em ter um gato. Começamos a estudar o assunto, a conversar com amigos que tinham gato(s). Pesquisamos na internet. Compramos um livrinho que até hoje dá boas dicas.

Assim que decidimos ter o gato ocorreu o seguinte: um dos moradores da casa (o que teve a idéia de ter o gato desde o início), chegando por volta das 23h30, encontra um gatinho, aparentando cerca de 8 meses, na porta do prédio. Após estabelecimento da empatia inicial, uma breve avaliação, a decisão: o gato vai junto para casa.

Três meses depois, chegamos à conclusão que o ideal seria ter um outro gato, de preferência, na verdade, uma gata, para fazer companhia ao primeiro. Começamos a pensar melhor no assunto, sobre prós e contras, a estudar sobre o comportamento possível deles no encontro e no convívio. Decidiu-se pelo segundo gato(a) e houve até um comentário do tipo “acho que vai ser uma gatinha branca”.

No dia seguinte, após passagem em loja especializada para ver os gatinhos à disposição, a mesma pessoa – aquela que avistou o primeiro gato -, caminhando para casa, encontra uma senhora dizendo: “olha, deixaram ali uns gatinhos”. Quando se aproximou, havia uma gatinha branca, aparentando ter entre 3 e 4 meses. Obviamente, a gatinha branca foi levada para casa de imediato.

Essa parece ser, de modo bem claro, a tal Lei da Atração.

Agora, só é possível dizer aquela velha frase que ficou famosa num programa de televisão que rola até hoje por aí: “Acredite, se quiser!”. :)

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dindin.jpgProblogger é a palavra do momento. E está na mira. Ainda não dá pra contar a novidade, mas é quente. Aqueles que não são probloggers mas falam do assunto “problogger” parecem estar na mira de um sistema que, maliciosamente, se propõe a arrecadar uns centavos dos desavisados.

Nada provado ainda. Mas, devidamente registrado. Sob suspeita e escrutínio do pente fino de gente lúcida, experiente e curiosa. Vai ser dura a pancada se a fraude for confirmada e a galera concordar com a crítica. Principalmente vendo os registros que já estão na mão do pesquisador atento.


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Hurricane

Ruben_Carter.jpghurricane.jpgInteressante o que o filme contou. Mais interessante ainda é que na busca por Rubin Hurricane Carter no Google, o primeiro endereço é da Wikipedia. Uma curiosa surpresa é a quantidade de sites que questionam a veracidade da história contada no livro e no filme. Exemplo é o segundo site da lista.

O argumento do segundo site da lista é o de que Hurricane não devia ser solto porque sua liberdade foi baseada em dois erros de apuração dos fatos na investigação e no arguemnto de que DOIS negros participaram de um de seus juris (logo, não teria havido racismo no julgamento).

Muito bem. Se houveram erros na apuração dos fatos, o cara não devia ter sido preso. O estranho mesmo é o esforço que algumas pessoas fazem para demonstrar que o cara nunca devia ter sido solto, mesmo que os julgamentos tenham se baseado em erros.

Gostei do filme. Se o cara é culpado, que provem, sem falsear dados. Se não é, nada precisa ser provado. Ou aquele negócio de que “todos são inocentes até que se prove o contrário” é só conversa de filme antigo?


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Nó na cabeça

jardim.gifSe você gosta de esforçar o “miolo da cabeça”, me ajude a incrementar os exemplos para os papos no buteco. Comece colaborando pra que eu entenda melhor esse trecho “exemplar” retirado do livro Jardim das Aflições, de Olavo de Carvalho, página 139.

diametro.jpg“Exemplo: Um objeto girando em uma órbita circular, passando pelas extremidades do diâmetro A-B. Se aumentarmos sua velocidade até o infinito, ele estará simultaneamente em A e B. Mas um objeto que ocupasse simultaneamente todos os pontos do seu trajeto já não estaria em movimento, e sim parado: a suprema velocidade coincide com a completa imobilidade.”

Primeiro: quem foi que disse que o objeto na velocidade “infinita” estará, de fato, em A e B ao mesmo tempo? Não é porque se aumenta a velocidade que também se multiplica o objeto. É ou num é?

Segundo: me explique, “pu causo di quê” o inventor desse exemplo achou de concluir que o objeto finalizaria ao mesmo tempo em movimento e parado?

Um objeto, acelerado ao máximo possível, e que estaria, por isso, e hipoteticamente, em todos os pontos da circunferência, só poderia estar “parado”, caso cessasse o movimento e ocupasse um único ponto. Ou melhor, se foi justamente a velocidade máxima que colocou o objeto em todos os pontos, para que o treco esteja parado, não pode estar na velocidade máxima. É ou num é?


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Le Placard

O Closet (Le Placard)

le placard.gifInteressante como o filme retrata as visão que as pessoas têm da realidade. Bem fiel a certos atos da comédia cotidiana. Curioso saber que há professores que chegam a usá-lo, em certos contextos, para discutir os relacionamentos, o politicamente correto, os preconceitos e, principalmente, os interesses baseados na opinião pública, que normalmente instiga a marcação cerrada à vida alheia, principalmente para se ter o que comentar na hora da fofoca. Tudo isso sem contar a (anti)ética no trabalho, principal motivo de piada no roteiro.


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